Sexta-feira, 18 de Abril de 2008

Vatnajökull (the sound of) – O som do aquecimento global

 

Jökulsárlón - a mágica "piscina dos Icebergs" nascida à 75 anos atrás.

 
Com 8.000 km² Vatnajökull é o maior glaciar da Europa e situa-se no sul da Islândia. Com o aquecimento gradual da atmosfera, nasceu à 75 anos atrás, no extremo sul do glaciar, a lagoa Jökulsárlón, actualmente com 20 km² de área e 200 m de profundidade. A “piscina dos Icebergs” é um local espectacular que todos admiram em silêncio, sendo um dos pontos mais fascinantes do país. Afinal, nem todos têm a oportunidade de presenciar os icebergs de tons suaves, planando nas águas azuis da lagoa.
 
pequeno vídeo de Jökulsárlón, a lagoa que em 1975 tinha 7.9 km² , tem actualmente 20 km² e 200 m de profundidade, devido ao degelo do Vatnajökull, o maior glaciar da europa.
  
Agora feche os olhos e imagine-se no isolado local, onde tudo parece quieto. Que som terá o imperceptível movimento de um iceberg? A artista Katie Peterson com o projecto Vatnajökull (the sound of), permite-lhe com uma chamada telefónica ouvir o degelo do glaciar.
O projecto consiste na colocação de um microfone nas profundas águas de Jökulsárlón, atado a um telemóvel com um dispositivo de auto atendimento e um amplificador em terra.
Quando em Julho de 2007, a artista fez a primeira experiência recebeu 3200 chamadas de 47 países diferentes (Portugal não consta na lista das chamadas recebidas).
Devido ao sucesso, o projecto irá agora ter a duração de 2 meses (Abril/Maio). Para participar basta ligar para o número +44(0)7757001122   e poderá ouvir no seu telefone, o gotejar de um iceberg a derreter ou a tocar no iceberg do lado.
Os ecos e reverberações, irão levá-lo a construir imagens das profundezas da lagoa glaciar de onde emergem os sons.
Se preferir, pode acessar a página do projecto na Internet, onde poderá encontrar o som gravado e guardar no seu computador.
 
Será este o som da morte lenta de um glaciar?
 
Para ouvir o som das profundezas do glaciar: + 4 4 ( 0 ) 7 7 5 7 0 0 1 1 2 2 (pode marcar de qualquer parte do mundo)
 
http://www.katiepaterson.org
 
 
Jökulsárlón Cycles é o nome desta instalação de Nicholas Brittain
Não tendo nada a ver com o projecto da artista Katie Peterson, até por ser uma instalação anterior, servirá para comparar as similaridades dos 2 sons e a capacidade da arte de nos fazer viver no limiar do sonho e da realidade.
 
publicado por Ivo Gabriel - Iceland Views às 00:03
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Domingo, 13 de Abril de 2008

Aldrei fór ég Sudur - O mais inóspito festival rock do mundo

 
Aldrei fór ég Sudur - o palco do festival rock.
 
Imaginem o local mais remoto da Europa. Um local onde quase ninguém lá chega e que se o Inverno for rigoroso, pode mesmo ficar temporariamente inacessível.
Pois bem, esse local, situado no fiorde que lhe dá o nome, é Isafjördur. Tem 3 mil habitantes e é a maior cidade da inóspita região. Refira-se que todo o noroeste da Islândia não ultrapassa os 10 mil habitantes, entre pequenos aglomerados de habitações e quintas que coabitam com fiordes e montanhas silenciosas.
Mas Isafjördur não é só o silêncio da natureza. No isolamento da região nasceu há alguns anos, um dos mais interessantes grupos de música independente islandesa. Refiro-me aos Muginson e foram eles que à 5 anos atrás resolveram criar o Aldrey for ég Sudur Rock Festival (traduzindo: Festival Rock eu Nunca fui ao Sul).
Assim, no final de Março, num armazém de peixe desactivado, desfilaram em 2 dias, as mais criativas bandas alternativas, como os Hjaltalín (vencedores de 3 distinções no Icelandic Music Awards 2008), Sprengjuhöllin (também nomeados para os Icelandic Music Awards – postei sobre eles em 9-2-08), SSsól, Eivör Pálsdóttir e Muginson, intercalados com novos grupos e projectos. Tudo isto, num ambiente descontraído e onde todos convivem como se fossem uma só comunidade celebrando a música.
Foram 2 dias, 34 bandas e tudo isto gratuitamente!
Todos os grupos tocam 20-30 minutos com o mesmo P.A. O Palco é decorado com redes de pesca e luzes de natal e num ambiente de amizade celebra-se a música e o rock, seja no seu estado mais puro, seja recorrendo aos sons híbridos da electrónica.
O vídeo que podem visualizar neste post retrata um momento da actuação dos Muginson durante o festival. Poderão assim inferir o ambiente vivido. Aconselho também uma visita ao website do Aldrei for ég Sudur, no link mais abaixo.
Quanto a mim, se ainda estiver na Islândia, marcarei presença no festival do próximo ano.
 
 Muginson ao vivo no Aldrei fór ég Sudur rock festival 2008
 

 http://www.aldrei.is

 

publicado por Ivo Gabriel - Iceland Views às 20:11
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Sexta-feira, 11 de Abril de 2008

O futuro da economia islandesa e a polémica do alumínio

A economia islandesa está num ponto de viragem, aliás, como muitas das coisas na Islândia.
A indústria da pesca que à alguns anos atrás representava cerca de 90% da economia, não ultrapassa hoje os 60%. Com a redução dos cardumes no mar, o desafio governamental passou a ser procurar novas e potenciais formas de desenvolvimento. Mas se lentamente o turismo tem crescido, conquistando uma parcela de importância nesta nova economia, o segundo maior recurso natural do país é a energia eléctrica, derivada de uma vasta rede de rios e campos geotérmicos subterrâneos. A polémica instalada na sociedade islandesa tem a ver com a forma como o governo explora este recurso natural, tentando impulsionar a economia do país. É aqui que entra o alumínio e as suas fábricas.
 
Foi assinado o acordo entre o governo e a Alcoa para se iniciar a produção da nova fábrica de alumínio. A Alcoa é a maior produtora de alumínio, tendo diversas fábricas espalhadas no mundo, nomeadamente no Amazonas/Brasil.
O projecto está envolto em polémica e pela primeira vez surgem manifestações de rua em protesto contra uma decisão governamental. Aquilo que no resto da Europa é normal, manifestações ambientalistas lutando contra decisões governamentais, é algo de novo na Islândia. O movimento denomina-se “Saving Iceland” e uma amiga confidenciou-me que existem dificuldades de mobilização, pois é a primeira vez que se organizam para uma luta deste tipo. De referir que o “Saving Iceland” é um movimento/organização internacional e não propriamente islandês. Talvez isto possa ser mais do que uma questão de pormenor.
Depois da construção do polémico projecto hidroeléctrico do Karahnjuar, um empreendimento construído para aproveitar a energia dos rios apenas para alimentar a fábrica da ALCOA em Reydarfjördur (a barragem tem 730 m x 200 m de altura, sendo a mais alta da Europa, um lago de 57 km quadrados, e o transporte de energia é feito por mais de 50 km, entre tubagens e cabos), existem planos para mais 3 projectos de usinas hidroeléctricas e geotérmicas ao lado de fundições de alumínio. Para os ambientalistas está-se a destruir a espectacular e frágil beleza natural do país.
Até agora a Islândia era um dos locais mais intocados do mundo desenvolvido. Dos seus 300 mil habitantes, cerca de 2/3 vivem perto de Reykjavík, a capital. Os demais espalham-se por 103.000 km² de rocha vulcânica, tundra praticamente sem árvores e planícies de vegetação rarefeita, sendo cerca de 70% do território inabitável.
Os islandeses tendem a tratar o seu ambiente com respeito. O ar é tão puro que o Protocolo de Kyoto deu ao país o direito de aumentar as suas emissões de gases do efeito de estufa em 10% relativamente aos níveis de 1990.
Segundo Hjorleifur Guttormsson, antigo Ministro da Energia e Indústria, um ambientalista, as novas fábricas de alumínio exigiriam oito vezes mais electricidade que a usada actualmente para o consumo doméstico na Islândia, o que representaria uma enorme pressão sobre os rios e campos térmicos do país. Afirma também que a poluição é outro motivo de preocupação: As fundições de alumínio são grandes emissoras de dióxido de enxofre, fluoreto de hidrogénio e outros químicos.
Mas a Alcoa diz que equipou a nova fábrica com controles de poluição de última geração e já cumpriu a sua promessa de reduzir as emissões totais de gases do efeito de estufa em 25% relativamente ao nível de 1990. Um amigo que trabalhou na fábrica confirmou-me por exemplo, a existência de tanques que fazem o tratamento da água utilizada, antes de ela ser despejada no oceano.
O actual Ministro da Indústria e Comércio da Islândia, Jon Sigurdsson, afirmou que as propostas estão sujeitas a vários obstáculos, incluindo, em alguns casos, referendos locais. Segundo ele, o governo sempre aplicou padrões ambientais rigorosos a projectos de exploração e prepara uma lei que designará quais as áreas do país deverão ser protegidas e quais têm potencial de desenvolvimento.
A Islândia apesar de ser um país próspero, concentra essa prosperidade em Reykjavík. Algo que o governo tenta mudar explorando o “petróleo” islandês que é a energia dos rios e campos geotérmicos. No fundo, a força da natureza que fervilha no seu subsolo, bem como a água das chuvas e o degelo dos glaciares.
No entanto, como não é plausível exportar a energia a ideia é importar a demanda. De certo modo, o alumínio parece uma solução perfeita. É uma indústria de energia intensiva que precisa de acesso fácil a portos, para a importação de matéria-prima e a exportação do produto acabado. A Islândia possui energia limpa, disponível, litoral extenso e a proximidade do lucrativo mercado europeu.
A primeira fábrica de alumínio do país foi construída na década de 60 em Hafnarfjördur e produz aproximadamente 200.000 tonl/ano. A segunda foi construída recentemente, situa-se em Hvalfjördur, perto de Akranes, explorada pela companhia Nordural. Ambas as fábricas situam-se próximo de Reykjavík. A fábrica da Alcoa em Reydarfjördur, no Este do país, produzirá cerca de 320.000 tonl/ano. As outras fábricas estão projectadas para Husavík, Isafjördur e Keflavík.
De referir que o projecto de Karahnjukar planejado há anos, teve o apoio do governo de centro-direita, no poder há 12 anos. Pesquisas mostram que a maioria dos islandeses também o aprova, afirmando que ele levará emprego e dinheiro para os fiordes de leste.
 
Por aquilo que conheço da realidade islandesa não é crível que as manifestações contra o alumínio e as suas fábricas englobem muitas pessoas:
Primeiro porque me apercebo que muitas pessoas, mesmo não achando ser a solução ideal, pensam que a Islândia necessita e tem condições para essa indústria, potencial forma de desenvolvimento das zonas afastadas de Reykjavík e forma de evitar o êxodo populacional para a capital.
Segundo porque o turismo será sempre uma indústria de crescimento lento para quem necessita de resoluções rápidas. Não seria também aconselhável apostar numa só actividade, todo o investimento para o desenvolvimento do país.
Terceiro porque talvez não existam propostas concretas alternativas que julguem credíveis, reconhecendo que se deve aproveitar a força desta energia pungente que a natureza lhes oferece e que poderá dinamizar a economia futura.
Em ultima instância, daqui a 2 anos haverão eleições e o governo poderá ser julgado nessa altura. Contudo, a Islândia é um país conservador, como comprova os 12 anos de governação do partido de centro-direita. Sinceramente, não creio que a questão do alumínio tenha mais peso no desfecho do acto eleitoral do que o actual aumento do preço dos bens de consumo, devido à desvalorização da coroa islandesa.
É fácil simpatizar-se com a bandeira ambientalista do “Saving Iceland”, até porque as questões ambientais são de crucial importância para vivermos num mundo melhor. Mas os movimentos internacionais esquecem-se que depois de irem embora, as populações ficam com necessidades urgentes para resolver. Os habitantes das zonas rurais apenas querem ter um futuro digno, com trabalho, instrução, desenvolvimento e a qualidade de vida que merecem. O actual êxodo populacional para Reykjavík não corresponde a essas legitimas aspirações.
 
Será possível criar um compromisso entre a indústria do alumínio e a natureza ou será isso contraproducente?
 
vídeo do "Saving Iceland" promovendo a luta contra as hidroelétricas e as fábricas de alumínio.
 
publicado por Ivo Gabriel - Iceland Views às 11:07
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Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

O coro vocal feminino EMBLA

 

 

Ketilhúsinu - equipamento cultural que recebe a música erudita
 
Num país de pescadores, antigos pescadores e filhos de pescadores, onde as pessoas são maioritariamente rudes e fechadas, aparentemente sem sensibilidade tendo em conta os nossos padrões e (pre)conceitos, não deixa de ser fascinante a quantidade de manifestações culturais, projectos e grupos musicais existentes. Esta elevadíssima instrução musical diz-nos que uma matriz estigmatizada em Portugal, de forma alguma se reflecte na realidade Islandesa.
Quarta-feira passada fui assistir na kethilhúsinu, uma casa com um salão preparado acusticamente para espectáculos musico-culturais, a um coro vocal feminino, cantando diferentes partituras de compositores entre 1120 e 1980.
O coro vocal feminino EMBLA foi formado pelo maestro Roar Kvam em 1 Setembro de 2002, sendo actualmente composto por 14 mulheres da área do fiorde, onde se localiza Akureyri.
Não pretendo neste “post” fazer uma apreciação critica da interpretação do coro, pois apesar de assistir a alguns concertos de música erudita, estou longe de ser um profundo conhecedor. Contudo, não poderei deixar de destacar a soprano e solista Harpa B. Birgisdóttir, nomeadamente na interpretação de Gustav Mahler no final do concerto. Aliás, a parte final, foi dos momentos mais cativantes, não só pelas dinâmicas vocais, como por ter sido a fase em que o pianista Aládar Racz mais se destacou.
Pelo meio, ficaram momentos especiais, nomeadamente, a possibilidade de ter ouvido partituras de 2 compositores islandeses (Porkell Sigurbjörnsson e Páll Ísólfsson), bem como a interpretação vocal de J. S. Bach, um dos meus compositores preferidos.
Segue em baixo a ordem da programação, bem como informação dos 3 elementos singulares do concerto:
 
Soprano - Harpa B. Birgisdóttir estudou na escola de música de Akureyri. Com Rósu Kristínu Baldursdóttur (2000-2002), Erlu Pórólfsdóttur (2003-2005) e Michael Jóni Clarke (2005-2006). Desde 1990 que integra os coros das escolas do ensino regular.
 
Pianista - Aladár Rácz nasceu na Roménia. Estudou piano com Georges Enescu na Escola de Música de Bucareste e posteriormente na Escola de Música de Budapeste. Fez vários cursos de aperfeiçoamento na Europa, sendo actualmente professor na escola de música de Husavík. Gravou alguns discos e integra a orquestra sinfónica de Akureyri, para além da participação em outros projectos na Islândia.
 
Maestro – Roar Kvam, desde cedo aprendeu a tocar instrumentos de sopro. Nasceu na Noruega e estudou na escola de música de Oslo. Para maestro estudou com Trygve Lindemann. Ligado à música de câmara é o fundador e responsável do coro vocal feminino EMBLA. Vive na Islândia desde 1971.
 

 

 o coro vocal feminino EMBLA no final da actuação
 
Programação
 
Hildegard von Bingen (1098-1179) – O Virtus Sapiente
Anónimo, Inglaterra (século 13) – Alleluia Psallat
Porkell Sigurbjörnsson (1938) – Heyr himnasmidur
Franz Liszt (1811-1886) – O Filii et Filiae
Porkell Sigurbjörnsson (1938) – Te Deum
Jón Leifs (1899-1968) – Vögguvísa
Francis Poulenc (1899-1963) – Ave verum corpus
Páll Ísólfsson (1893 – 1974) – Máríuvers
Henry Purcell (1659 – 1695) - Sound the Trumpet
Johann Sebastian Bach (1685 – 1750) – Wir eilen mit schwachen doch emsigen Schritten
 
- intervalo -
 
Camille Saint-Saëns (1835- 1921) – Ave Maria
Fanz Liszt (1811-1886) – Hymne de L`enfant a son reveil
Gustav Mahler (1860-1911) – Sieben Lieder Und Gesänge
 
publicado por Ivo Gabriel - Iceland Views às 08:47
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